Ficha Técnica
O grupo Constelação, de Realengo, é um dos mais novos da cidade, criado há apenas seis anos. Mas alguns integrantes são veteranos na arte da quadrilha com o luxo das escolas de samba.
As fantasias saem do mesmo ateliê que todo carnaval veste várias alas de escolas do grupo especial. Segundo o figurinista, as roupas da quadrilha são mais resistentes e exigem mais trabalho.
Como as outras quadrilhas de salão, a Constelação também vai desenvolve uma espécie de enredo, nas 30 apresentações agendadas no estado Rio, até agosto.
O tema da quadrilha é A Constelação faz brilhar a estrela do Pará. As fantasias ajudam a contar a história das tradições com origens indígenas,passando pelas crendices populares,lendas e representações nos ramos da culinária,artesanato e costumes desses Estado.
“A gente sempre puxa para o nosso folclore. Algumas quadrilhas falam de coisas internacionais. A gente tenta fazer algo dentro do nosso país, da nossa história. Como tudo no Brasil é misturado, aqui é sim uma mistura muito grande”, diz o presidente de quadrilha, Edson keyros.
SÁBADO - 29 DE AGOSTO TORNEIO DE QUADRILHAS DE DANÇAS - FINAL
LOCAL: SOCIAL RAMOS CLUBE
GRANDE FINAL DO RIO DE JANEIRO
CATEGORIA: SALÃO
GINÁSIO DE ESPORTE - FIDQUERJ - CÉLIO ESTEVES JORGE ANDRÉ
SONORIZAÇÃO: DISCOTECA NUCLEAR
EDSON LIMMA (DJ E APRESENTADOR)
ENTRADA FRANCA !!!!!!!!
RESULTADO DA FINAL DO 1° CIR. FIGDQUERJ
SALÃO
DIA 29/06/2009 - NO RAMOS SOCIAL CLUBE
1° - QUADRILHÃO DO PARQUE SÃO JOSÉ
2° - ZÉ DO MÉ
3° - CONSTELAÇÃO DE REALENGO
4° - BOMBOCADO
5° - RAIO DE LUAR
6° - TRADIÇÃO DO MÉ
7° - REVOLUÇÃO DO MÉIER
8° - EXPLOSÃO DE SÃO JOÃO
9° - VEM QUE TEM SHOW
FINALISTAS DO TROFÉU LUIZ GONZAGA 2009
-MELHOR RAINHA,
-MELHOR FLORICULTOR,
-MELHOR VIUVA,
-MELHOR NOIVO,
-MELHOR TEMA,
-MELHOR TRILHA SONORA,
-INDUMENTÁRIA MASCULINA E INDUMENTÁRIA FEMININA
VAMOS FAZER UMA CORRENTE POSITIVA E TORCER AMIGOS POIS TEMOS TUDO PARA LEVAR ESSES TÍTULOS.
MELHORES MOMENTOS DE 2009 - PASSEIO
ESSA FOI A MAIOR ZUEIRA DE TODOS OS TEMPOS DO GRUPO CONSTELAÇÃO
MAS O BOM DISSO SÃO AS LIÇÕES QUE FICAM,POIS A CONSTELAÇÃO AINDA NÃO UNIFICOU PAISES,MAS VÊM UNINDO CLASSES E SIMPLIFICANDO NUM SÓ VÁRIOS LUGARES,ATRAVÉS DAM UNIÃO DE SEUS COMPONENTES.
O MAIS BONITO DESSE PASSEIO NÃO FOI A PAISSAGEM E SIM O ENTRELACE DO GRUPO
A VOLTA AO TOPO DA CONSTELAÇÃO DE REALENGO
TEMA 2009 - ´´A CONSTELAÇÃO FAZ BRILHAR A ESTRELA DO PARÁ´´
Como foi menscionado á cima, o Grupo Constelação de Realengo volta a despontar após dois anos longe do mundo junino,então nada melhor do que voltar por cima já que a batalha é árdua,mas respeitando a todos os outros grupos pedindo apenas gentilmente passagem para se colocar no seu lugar de direito que esteve todo esse tempo sentindo a sua ausência o seja o topo,mas isso não vamos comentar aqui,pois o local aonde o circo pega fogo e o Grupo escreve o seu nome está nos arráias lá sim não se fala com palavras e sim com um belo trabalho desenvolvido para este ano de 2009,que marca que o Grupo Constelação de Realengo voltou para ficar.
Com o Tema ´´A Constelação Faz Brilhar a Estrela do Pará´´,grupo faz um convite ao seus espectadores,que tal viajar ao Estado do Párá e conhecer o seu passado?junto com os Espíritos Caruanas (tema)e serem recepcionados pelo próprio Estado do Pará incorporado em sua mais alta realeza (Casal de Reis),sentir medo da tão temida Matinta Perêra e seu pássaro agourento Rasga-Mortalha (Casal de Víuvos),se seduzir com O Boto Rosa e sua encantadora Escolhida (Casal de Sinhozinhos),sentir o perfume das flores que bailam nos ares do Estado Paraense (Casal de Floricultores),mas se no meio desse passeio a fome bater não se preocupe pois a Constelação incluiu a rica Culinária do Estado do Pará (Casal de Sinhozinhos Moços) em seu roteiro de viagem,também não poderíamos deixar de fora o bailado da Dança do Carimbó (tema) algo típico da Região e de convidá-lo para participar de um dos movimentos religiosos da mais alta importância ´´O Círio de Nazaré (Casal de Noivos),mas é claro que ir ao Pará e voltar de lá de mãos abanando não tería a mínima graça e nem faz sentido pois sempre há um artesanato Marajoara (Casal de Príncipes) a espera de um apreciador.
Claro que impossivelmente não daría tempo de viajarmos por toda a grandeza e cultura desse Estado quanto mais por seus 143 municípios em 35 minutos mas resumí-los gentilmente em uma última homengaem antes da partida é o que o grupo deixa a cargo do Casal Constelação...Se deu vontade de saber mais fique ligado nesse Weblog feito com carinho para dar-lhes a sensação de poder realizar está viagem dae mesmo de onde vc está.
O SURGIMENTO DO ESTADO DO PARÁ BASEADO NAS CRENÇAS INDÍGENAS.
Os Espíritos Caruanas
Finalmente, após cumprir as tarefas impostas pela Natureza, os Caruanas descem por uma Escadinha de Coral encantada, onde gradativamente são submetidos a uma transformação decrescente. Quanto mais desenvolvido o Caruana, mais ele percorre o caminho inverso para as profundezas. Sua aparência também vai se modificando até atingir sua forma mais elementar. Torna-se água novamente, a origem de tudo, o elemento principal e fundamental da vida, o que nos sustenta, dá forças e energias.
A Pajelança da Ilha de Marajó é uma herança das diversas tribos que habitavam esta ilha e que pouco a pouco foram sendo dizimadas e hoje, em vez de índios, a Ilha abriga caboclos que perpetuam a “Pajelança” denominando-a “Pajelança Cabocla”.
Então do Girador nasceu o “Patu-Anu”, o grande mistério do mundo das águas, o útero sagrado.
No “Patu-Anu” os Caruanas passariam por vários estágios.
A LENDA DE MATINTA PERÊRA
- É ela, a Matinta Perera...!
-Olha, Matinta, deixa a gente descansar e amanhã podes passar aqui pra pegar tabaco!
No dia seguinte uma velha aparece na residência onde a promessa foi feita, a fim de apanhar o fumo. A cena descrita podia acontecer no subúrbio de Belém há alguns anos, ou ainda hoje, no interior do Pará e de toda a Amazônia.
Mas... quem ou o que é a Matinta Perera?
Matinta Perera, Matinta Pereira, MatiTaperê, Mat-Taperê, Matim_Taperê, Titinta-Pereira são algumas formas de grafar este mito que se apresenta principalmente sendo uma velha acompanhada de um pássaro. O pássaro emite um assobio agudo, à noite, que perturba o sono das pessoas e assusta as crianças, ocasião em que se oferece tabaco o fumo ( aparece como promessa principal ) mas também pode ser alimento.
A velha, uma pessoa idosa do lugar, carregaria a sina de virar Matinta Perera, ou seja a sina de à noite, transformar-se em um ser indescritível, a meter medo e assombrar as pessoas. A Matinta Perera pode ser de dois tipos: com asa e sem asa. A que tem asa pode se transformar em um pássaro a voar nos cercanis do lugar onde mora. A que não tem asa, anda sempre com um pássaro considerado agourento, identificado como sendo "rasga-mortalha". Dizem que a Matinta Perera, quando está para morrer, pergunta:
E se alguém mais afoito, principalmente mulher disser "eu quero", pensando se tratar de alguma herança de dinheiro ou jóias, recebe na verdade a sina de virar Matinta Perera. Embora a grande maioria de registros informe que a Matinta Perera é mulher, foi colhido pelo menos uma história passada em Inhangapi, era um homem, por sinal, um negão forte e musculoso.
Há fórmulas mágicas que permitem prender a Matinta Perera. Uma delas exige uma tesoura virgem, uma chave e um terço. Cerca de meia noite deve-se abrir a tesoura, enterrar na área, colocar no meio a chave e o terço por cima, após o que rezam-se orações especiais. A Matinta Perera ficará presa no local, não conseguindo afastar-se.
No livro "Visagens e Assombrações de Belém" Walcyr Manteiro narra a história "A Matinta Perera do Acampamento", ocorrida na década de sessenta, na qual uma Matinta Perera foi presa pela fórmula e levada pelos habitantes ao Posto Policial, onde foi feita a acusação de que a mulher virava "Matinta Perera", ante os policiais incréduos. Mas naquela época - como até hoje - não se configurava crime em lei, "virar" Matinta Perera, e a mulher ganhou a liberdade, voltando como vingança a azucrinar a paciência dos moradores do Acampamento com seus estritentes assovios:
- Firifififiuuuuuuuu.....................
A LENDA DO BOTO
O que diz a lenda De acordo com a lenda, um boto cor-de-rosa sai dos rios nas noites de festa junina. Com um poder especial, consegue se transformar num lindo jovem vestido com roupa social branca. Ele usa um chapéu branco para encobrir o rosto e disfarçar o nariz grande. Com seu jeito galanteador e falante, o boto aproxima-se das jovens desacompanhadas, seduzindo-as. Logo após, consegue convencer as mulheres para um passeio no fundo do rio, local onde costuma engravidá-las. Na manhã seguinte volta a se transformar no boto.
Cultura popular:
- Na cultura popular, a lenda do boto era usada para justificar a ocorrência de uma gravidez fora do casamento.
- Ainda nos dias atuais, principalmente na região amazônica, costuma-se dizer que uma criança é filha do boto, quando não se sabe quem é o pai.
No cinema
- A lenda do boto foi transformada num filme em 1987. Com o título de Ele, o boto, o filme tem no elenco Carlos Alberto Riccelli, Cássia Kiss e Ney Latorraca. A direção é de Walter Lima Junior.
REPRESENTAÇÃO DA FLORA DO PARÁ
A Bacia Amazônica surgiu a partir de uma seqüência de eventos geológicos, de mais de 420 milhões de anos, quando a América do Sul ainda era unida à África. A separação e a elevação dos Andes inverteram a corrente dos grandes lagos, que deram origem ao rio Amazonas.
Com o tempo, esses lagos foram recebendo sedimentos e a rede de drenagem foi ganhando a conformação atual.
Hoje, temperaturas constantes e chuvas intensas favorecem a flora amazônica. As diferenças no grau de umidade, no regime de inundação dos rios, na qualidade de solos, nos ventos e nas chuvas criaram um grande mosaico de formações vegetais bem distintas, ainda pouco conhecidas. É a somatória de todas as espécies que compõem a biodiversidade florística da Amazônia.
REPRESENTAÇÃO DA CULINÁRIA DO PARÁ
A Culinária do Pará apresenta como sua maior influência a cultura indígena e, um pouco da portuguesa e africana. Os ingredientes básicos são oriundos da exuberante natureza da Amazônia, como camarão, caranguejo, marisco, peixe, aves, caça, pato, todos temperados com folhas (maniva, chicória, coentro), pimentas de cheiro e ervas. São cozidos em panelas de barro ou assados em moquéns e embebidos de tucupi. Comem-se até às larvas de insetos e ovos de diferentes aves. Servidos em cuias, em casulos de folhas de banana, em recipientes de barro e até em toscas urupemas dando um sabor agradabilíssimo aos pratos do Pará.
Maniçoba
Caruru
Tacacá
Vatapá
Chibé
Peixes e mariscos
Doces
A sobremesa paraense é rica em frutas, principalmente vindas da Amazónia e licores. Os principais frutos que marcam a culinária regional são: Açaí, Cupuaçu, Pupunha, Guaraná e a Manga, facilmente colhida em qualquer rua da capital paraense. Não se pode esquecer também outras frutas regionais de sabor peculiar, tais como Bacuri, Taperebá, Jaca, Muruci e a doce e suculenta Sapotilha.REPRESENTAÇÃO DA RELIGIÃO NO PARÁ - O CÍRIO DE NAZARÉ
A Lenda
A Festa
A Procissão
REPRESENTAÇÃO DA CULTURA DO PARÁ - A DANÇA DO CARIMBÓ
O nome é de origem tupi - korimbó -, formado por duas palavras: curi que significa "pau oco: e mbó , que significa "furado". Posteriormente o povo foi trocando as letras do curimbó para corimbo - como ainda é chamado no município de Salinópolis - e para carimbó, como ficou nacionalmente conhecida a dança.
Tal qual os tocadores de batuque paulistas, cavalgam os tambores e os batem com as mãos, à quisa de varetas.
Os tambores são de 0,90 a 1,50 de comprimento, por 0,40 ou 0,50 de diâmetro, de troncos de árvores, escavados, com uma abertura lateral em toda a extensão para emissão do som e fechados numa das extremidades por pele de animal silvestre.
Os instrumentos que acompanham o Carimbó são: reco-reco, violá, ganzá, banjo, duas maracás e flauta. A união desses instrumentos deu à música do carimbó um ritmo único, envolvente e extremamente sensual.REPRESENTAÇÃO DA VAQUEJADA NO ESTADO DO PARÁ
REPRESENTAÇÃO DO ARTESANATO SO ESTADO DO PARÁ - A MARAJOARA
Cerâmica
O processo começa com a retirada do barro cru, encontrado nos mangues, nos arredores de Icoaraci, principal cidade produtora do artesanato em cerâmica, a 15 Km de Belém. Os "tiradores" de barro, como são chamados, utilizam pequenos barcos feitos de tronco para o transporte da matéria - prima até os pequenos armazéns nas margens dos igarapés. Lá é feita a primeira limpeza e o beneficiamento, normalmente por meio de tração animal. O barro é vendido em bolas, de peso mais ou menos uniforme.
Começa, então, o trabalho do artesão propriamente dito. Assim que chega na olaria a argila é limpa novamente com fios de cobre. Depois é amassada manualmente até que se obtenha uma consistência uniforme na massa.
Só depois de um paciente trabalho de preparação é que o artesão põe sua "távola" giratória para funcionar. Este é um dos mais importantes instrumentos do ceramista. É aí que o artesão começa a dar forma às peças.
Algumas exigem emendas, devido à sua forma. Outras trazem figuras em relevo que são moldadas isoladamente e depois unidas ao conjunto ainda úmido.
Já em sua forma definitiva, a peça sofre um processo de pré-endurecimento, com a secagem natural. Nessa fase a peça é tingida com uma mistura de corantes naturais, de um vermelho "piçarra" ou bege bem claro. Algumas são deixadas na cor natural do barro. Depois disso a peça é polida com uma semente para ganhar brilho natural.
Sobre essa base é feito o trabalho de gravação, com estiletes ou desenho com pincel. Os motivos são os mais diversos. Vale destacar que grande parte desta produção é representada por cópias fiéis de importantes originais da cerâmica marajoara ou tapajônica, que fazem parte do acervo do Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém. Depois do processo natural de envelhecimento algumas peças parecem autênticos achados arqueológicos.
Em seguida o cozimento é feito em rústicos fornos de barro, onde as peças são colocadas sobre um estrado e cobertas com pedaços imprestáveis de outras peças quebradas. Com isso se obtém a vedação térmica desejada. Só depois de todo esse processo é que a peça está pronta para a venda.
Cerâmica Maracá
Ananatuba
Marcada por incisões e hachurado. Os principais objetos são tigelas e igaçabas.Mangeuiras
Seu traço principal é a borda incisa, particularmente no que diz respeito à ornamentação.Formiga
Fase pobre. Não apresenta características de modo a ser encaixada em um determinado estilo.Marajoara
Caracteriza-se pela exuberância e variedade de decoração, utilizando pintura vermelha e preta sobre engobo branca.Aruã
Cerâmica Tapajônica